Adeus! É apenas isto que eu tinha a dizer;
Vou me embora! – Pensei, mas não à maneira de Bandeira...
Retirar-me-ia tal qual Augusto.
Talvez veria alguns anjos, demônios ou o vazio;
Veria o nada! Veria o sombrio! Veria o fim!
Três letras, medo, lágrimas e vários “em branco” perto de mim.
Desespero, fios, agulhas, líquidos que curam...
- Tenha calma, ele é forte – disse alguém.
Silêncio, dor, neblina, pessoas que murmuram;
O telefone toca...
Notícias incertas são ditas.
A esperança e o carinho são vitais;
E o órgão de bombear sentimentos, que prometia não funcionar mais...
Arremessou, acelerado, algumas poucas gotas de esperança.
Refez-se a vida!
Adeus enxame de descoloradas roupas! Vou me embora... Porém agora à Bandeira.
Deixo as três letras que denotam intensidade para outros.
Chega de tratamento formal, chega de mal...
E para a próxima vítima desejo boa sorte e afirmo:
- A esperança nem sempre é a última que morre, mas é sempre a primeira que renasce.
Rabiscado por mim em 2008 quando pela primeira e última vez, espero eu, "pisei" na UTI.
Que "triste"... que lindo!!!
ResponderExcluirQue felicidade saber que isso é passado.
Você é forte... uma pessoa incrível.. vc é foda!
Ainda tem muita coisa linda e maravilhosa pra viver!
A pessoa mais admirável desse mundo é você!
Meu amigo querido!!!
E o órgão de bombear sentimentos, que prometia não funcionar mais... [2]
ResponderExcluirgostei da frase... muito loca!